Este conteúdo detalha o trágico feminicídio de Viviane, uma jovem de 24 anos assassinada pelo próprio marido, Rock, que trabalhava no restaurante de sua família. O criminoso tentou ocultar o ato criando falsas versões sobre o paradeiro da esposa e criticando sua suposta ausência no trabalho através de áudios, enquanto o corpo já estava escondido sob um tapete. A crueldade do caso se destaca pelo fato de ele ter deixado a chave do apartamento com a filha de cinco anos antes de fugir. Após percorrer milhares de quilômetros em uma tentativa de escape para o Ceará, o suspeito foi finalmente localizado e preso pelas autoridades. A narrativa enfatiza o histórico de ciúme possessivo do agressor e o impacto devastador do crime na vida dos dois filhos pequenos do casal.
Este artigo detalha o trágico caso do assassinato de Viviane, uma jovem de 24 anos, morta por seu companheiro, Rock, um crime marcado por ciúmes excessivos, simulações frias e uma tentativa de fuga desesperada.
O Perfil da Vítima e do Agressor
Viviane era descrita como uma mulher trabalhadora, mãe de dois filhos pequenos (de 5 anos e 1 ano e 8 meses), que desempenhava um papel central no restaurante de sua família, cuidando desde o atendimento ao público até a resolução de problemas. Ela era casada com Rock, que trabalhava como garçom no mesmo estabelecimento.
A união de oito anos era conturbada por idas e vindas, motivadas por traições de Rock e, principalmente, por seu ciúme patológico. Rock é descrito como um homem rústico e bruto, que controlava as redes sociais da esposa e a impedia de ter amizades ou falar com outras pessoas.
O Crime e a Ocultação
Viviane foi assassinada dentro do apartamento do casal. O corpo foi encontrado pela família sob um tapete, apresentando marcas roxas no pescoço e no rosto, o que levou a polícia a acreditar que a causa da morte tenha sido esganadura. Há indícios de que a filha de cinco anos do casal possa ter presenciado o crime.
Após o assassinato, Rock agiu de forma premeditada para ganhar tempo em sua fuga. Ele esvaziou o guarda-roupas, roubou o celular da vítima e retirou dinheiro da conta bancária dela.
Simulação e Crueldade Pós-Morte
Um dos pontos mais chocantes do caso foi a conduta de Rock após o crime. Ele criou uma série de mentiras para justificar a ausência de Viviane:
- Críticas e Audios: Mesmo sabendo que ela estava morta, Rock enviou áudios e falou com terceiros criticando Viviane por não ter ido trabalhar, sugerindo que ela era “vaguear” e que “não queria saber de trabalho”.
- Contradições: Ele chegou a dizer na creche dos filhos que Viviane estava internada, enquanto em outros momentos fingia estar preocupado com o paradeiro dela.
- A Chave na Mochila: Rock colocou a chave do apartamento na mochila da filha de 5 anos e pediu que a criança a entregasse aos tios quando fossem buscá-la na creche, garantindo assim que a família encontrasse o corpo enquanto ele já estava em fuga.
Fuga, Confissão e Prisão
Rock fugiu por cerca de 3.000 quilômetros em direção ao Ceará, sua terra natal. Durante a fuga, em uma ligação monitorada pela Polícia Militar, ele chegou a fazer uma confissão parcial, admitindo ter feito “uma coisa estranha” ou “coisa ruim”.
Apesar do esforço para escapar, ele acabou sendo localizado e preso. O crime devastou a família de Viviane, deixando duas crianças pequenas sem a mãe e com o pai preso, em um cenário de profunda dor e indignação.
