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O Manual do Petista para Justificar o Injustificável

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Fonte da imagem: Facebook Paulo César

O Manual do Petista para Justificar o Injustificável

Vamos encarar a imagem que circula nas redes sem frescura: de um lado, a peça publicitária ufanista “Imposto gasto com o povo – VIVA o SUS”; do outro, a dura realidade “Imposto gasto com eles – VIVA o SÍRIO”. A ironia é tão afiada quanto o cinismo necessário para defender essa dualidade com a barriga. Pois bem, para refletir sobre essa esquizofrenia política, nada melhor do que aplicar o manual de defesa padrão da militância petista. Vamos aos quatro argumentos infalíveis:

1. “O presidente anterior também não fez” – O clássico “whataboutismo” tupiniquim. Se o antecessor deixou o SUS na UTI, tá liberado o atual enterrar de vez, contanto que faça pose de estadista global? A lógica é infantil e patética. O dinheiro que falta para comprar respiradores e insumos básicos nos hospitais está sendo gasto com acenos diplomáticos para ditadores do Oriente Médio. Passar pano com a régua do “mas e o Bolsonaro?” não é defesa; é atestado de mediocridade. Dois erros não fazem um acerto, mas parece que para o petista, o que importa é o “nós contra eles”, e não o bem-estar do brasileiro.

2. “Melhor assim do que não ter” – Aí chegamos no mantra da aceitação passiva. “Melhor ter um SUS sucateado e superlotado do que não ter nada”. Que lógica derrotista! O governo gasta bilhões com a política externa, abre as pernas para regimes teocráticos, mas na hora de pagar um piso digno para os enfermeiros ou comprar medicamentos, o discurso é de aperto fiscal. O cidadão que paga imposto tem que engolir o osso enquanto o governo estende a mão para o “Sírio”. Isso não é “melhor que nada”; é a institucionalização do descaso, vendido como virtude.

3. “Ain, o pobre de Direita reclamando do SUS” – Esse é o ápice da arrogância e do elitismo travestido de militância. Se um trabalhador, favelado ou periférico ousa reclamar da fila de 12 horas, da falta de leito ou do remédio que não chegou, ele automaticamente vira um “pobre de direita”, um alienado ou um “mimimi”. Ora, o SUS é do povo, mas quando o povo fala, a esquerda tapa os ouvidos e ataca a classe social do reclamante. É a velha tática de desqualificar a vítima para não ter que resolver o problema. O pobre pode morrer na fila, mas jamais pode criticar o partido que se diz dono do sistema.

4. “Sempre foi assim” – A cereja do bolo da inércia. Se sempre foi assim, por que diabos votaram para mudar? Esse argumento é a morte da esperança e a consagração da má gestão. Usar a história como muleta para justificar a ineficiência crônica é assumir que o Estado é incompetente por natureza e que o contribuinte deve se curvar a essa sina. Mas se “sempre foi assim”, por que o governo se esforça tanto para manter as parcerias internacionais com regimes autoritários? Porque lá o dinheiro público rende prestígio pessoal; aqui, rende apenas voto comprado com migalhas.

Conclusão: No fim do dia, a imagem denuncia o que os números escondem: o dinheiro do contribuinte está sendo drenado para abraçar ditadores enquanto o povo agoniza em corredores de hospitais. Defender o Sírio com unhas e dentes enquanto o SUS pega fogo é a cara do petismo atual: um nacionalismo seletivo que só se importa com o “povo” na hora do discurso, mas que na prática trata o cidadão como um empecilho.

Vamos ver a opinião dos inteligentes 🤷‍♂️, porque com essa ginástica mental e esse festival de falácias, só um gênio da lógica torta pra achar que isso é normal. Enquanto isso, o resto de nós, que paga a conta, continua esperando o “Viva o SUS” sair do papel e o “Sírio” ficar lá, bem longe do nosso bolso.

 

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Um comentário

  1. Alex Rudson 25 de junho de 2026 Responder

    Do jeitinho que os petistas gostam.
    Argumentos a seguir:
    1 – O presidente anterior também não fez.
    2 – Melhor assim do que não ter.
    3 – Ain o pobre de Direita reclamando do SUS
    4 – “Sempre foi assim”

    Vamos ver a opinião dos inteligentes 🤷‍♂️

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