Duas professoras da rede pública brasileira enfrentaram severas consequências disciplinares e o fim de seus vínculos profissionais após condutas políticas controversas em sala de aula e em manifestações públicas. No município paulista de Potirendaba, uma educadora foi afastada e investigada criminalmente após aterrorizar alunos de onze anos com discursos alarmistas e racistas, associando a vitória de um candidato a um suposto extermínio de pessoas pardas e negras. Simultaneamente, em Blumenau, Santa Catarina, uma servidora temporária teve seu contrato rescindido depois de participar de um protesto político e ser filmada queimando uma bandeira dos Estados Unidos enquanto supostamente estava de licença médica por ansiedade. Os comentadores do canal Revista Oeste criticaram duramente ambos os episódios, classificando os atos como doutrinação ideológica inadequada, terrorismo psicológico e falta de preparo pedagógico básico. O debate ressaltou a necessidade de maior vigilância dos pais sobre o ambiente escolar para coibir abusos partidários que utilizam crianças como massa de manobra.
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