A eleição presidencial brasileira de 2026 foi marcada por uma virada histórica e por intensas controvérsias jurídicas envolvendo a prorrogação do horário de votação. Durante o segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, denúncias sobre a retenção de ônibus em Salvador e a colagem de adesivos partidários geraram instabilidade logística. Diante desse cenário, o Supremo Tribunal Federal, por meio de uma decisão de última hora do ministro Cristiano Zanin, estendeu a votação para todo o país, gerando debates sobre a competência da Justiça Eleitoral e a imparcialidade institucional. Embora não existam provas concretas de fraude ou adulteração na contagem dos votos, o episódio gerou profundas críticas sobre a quebra de isonomia e a falta de transparência nos dados oficiais. O desfecho culminou na reeleição de Lula, na contestação dos resultados pelo candidato derrotado e na necessidade urgente de escrutínio público para preservar a democracia.
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