sábado, 27 de outubro de 2018

Amanha será decisivo – Eleições 2018, Bolsonaro x Haddad.


Amanha será um dia decisivo para o Brasil.



Dois extremistas estão disputando a presidência do Brasil.



Por um lado, Haddad, marionete de Lula e sua quadrilha petista, que quer transformar o Brasil numa Venezuela e nos empurrar goela baixo a cultura gay, inclusive para nossas crianças. Seu mentor (Lula), preso por tantas acusações que deixou nosso país numa situação critica econômica jamais vista. Por outro lado, Bolsonaro, um cara descontrolado, que incentiva o uso de armas, que disse inúmeras asneiras, até incentivou uma guerra civil numa entrevista. Mais de 30 anos na política, nunca fez nada de significante e o povo o clama como "salvador da pátria", "honesto", que não tem menor apreço por índios e negros... Mas é isso gente: o povo tem o governo que merece! Infelizmente não vejo um bom futuro para o meu Brasil. Dei o fora antes que as coisas piorassem (e vão), porem, me preocupo com família e amigos que tenho no Brasil. Preocupo-me com o futuro de nossas crianças, com as pessoas carentes, com a igreja de Cristo, com a educação, desenvolvimento econômico do nosso país. Mas é isso, que seja feita a vontade de Deus primeiramente e por conseguinte seja validada a escolha feita pela maioria dos brasileiros.

Espero que as apurações sejam devidamente fiscalizadas pelo próprio povo brasileiro. Não vamos acreditar em pesquisas forjadas! O povo é soberano e sempre será respaldado pela constituição brasileira.     

Eu apoio o “menos pior”, ou seja, Bolsonaro. Acho que com ele o estrago vai ser menos pior do que se o PT continuar no poder. Se ficarmos mais 4 anos nas mãos desse partido corrupto, é certo que o Brasil será a nova Venezuela, sô que bem mais decadente! E ai, não terá mais jeito!


Alex Rudon

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

7 motivos com provas pra você não apoiar o PT e partidos que fazem aliança com o mesmo!



VAMOS VER AGORA PORQUE NÃO DEVEMOS APOIAR O PT no segundo turno!

Muitos sabem que apoiei o João Amoedo nessas eleições eleitorais 2018, porém meu candidato obteve pouquíssimos votos e, pra mim, a opção menos pior é o Jair Bolsonaro. Esse extremista de direita é menos perigoso que Haddad no poder!!

Vamos ver o porque agora:


1-  PL 7187/2014 (2014, não a de 2017!) - Ementa
Dispõe sobre o controle, a plantação, o cultivo, a colheita, a produção, a aquisição, o armazenamento, a comercialização e a distribuição de maconha (cannabis sativa) e seus derivados, e dá outras providências.
Autor
Eurico Júnior - PV/RJ

1.1 - PL 7270/2014
Regula a produção, a industrialização e a comercialização de Cannabis, derivados e produtos de Cannabis.

Autor

Íntegra do Projeto: goo.gl/T5pHsj
Acompanhe sua tramitação: goo.gl/Zhakvh

2- PL 4211/2012 – Lei Gabriela Leite
Ementa
Regulamenta a atividade dos profissionais do sexo. (incentivo à prostituição).

Autor


3-PLS 134/2018
o projeto de lei que propõe o “Estatuto da Diversidade Sexual”, proposto por uma comissão da OAB/SP e de relatoria da “ex-petista” Senadora Marta Suplicy (PMDB/SP).
Esse estatuto é um verdadeiro plano para estabelecer um Estado totalitário, todo ele aparelhado com o objetivo de impor a ditadura homossexual no Brasil, inclusive contando com o que poderíamos chamar de “secretarias” para o financiamento dos movimentos LGBT[etc.]

Até o pedófilo pode se beneficiar dessa lei!!
proposto por uma comissão da OAB/SP e de relatoria da “ex-petista” Senadora Marta Suplicy (PMDB/SP).

4- PL 9208/2017

Altera a Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre o ensino religioso não confessional, de matrícula facultativa.

Projeto “escola sem religião” promove o ateísmo e proíbe o ensino sobre a existência absoluta de Deus!
Leia mais em http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2163643 
Autor



5- PL 882/2015
Ementa
Estabelece as políticas públicas no âmbito da saúde sexual e dos direitos reprodutivos e dá outras providências.
PL 882/2015 permite que interrupção de gravidez seja realizada no SUS até a 12ª semana de gestação
Na justificativa do projeto, o parlamentar afirma que não há motivo “para que o aborto seguro seja ilegal e as mulheres que o praticam, bem como aqueles e aquelas que as assistem, sejam considerados criminosos ou criminosas (...) O único motivo para isso é a vontade de uma parcela do sistema político e das instituições religiosas de impor pela força suas crenças e preceitos morais ao conjunto da população, ferindo a laicidade do Estado”.
Autor
Íntegra do Projeto: goo.gl/kiI0a1
Acompanhe sua tramitação: goo.gl/Bc4TVm

6- PL 5002/2013Lei João W. Nery, Lei de Identidade de Gênero
Estabelece os mecanismos jurídicos para o reconhecimento da identidade de gênero, permitindo às pessoas a retificação de dados registrais, incluindo o sexo, o prenome e a imagem incluída na documentação pessoal.
Este projeto apesar de ter algumas ideias que são favoráveis as pessoas “trans” vem causando imensa desordem e é motivo de diversas discussões.
nda segundo o Projeto de Lei já mencionado pessoas capazes e maiores de 18 anos poderão fazer alterações, pois o artigo preza pela definição de gênero social e psíquico. Assim as alterações podem ser feitas como a retificação dos registros civis e procedimentos de alteração de sexo e tratamentos hormonais todos custeados por nosso Sistema Único de Saúde.
Tudo isto já é demais para o povo brasileiro que é em sua maioria heterossexual e conservador. E como ainda de acordo com o Projeto de Lei de Identidade de Gênero os menores de 18 anos também poderão passar por todos os procedimentos acima citados, mesmo que os pais das crianças ou adolescente sejam contra, eles, os menores, poderão através da Defensoria Pública pedir autorização judicial para que se realizem neles os procedimentos.
O que é um absurdo, pois tudo isto fere nosso ordenamento. As crianças devem ter suas identidades preservadas, devem ser cuidadas e protegidas por seus pais e responsáveis como está prescrito em nossa Carta Magna, nossa Constituição Federal e na legislação brasileira de proteção a criança e adolescente, eles ainda não possuem suas ideias formadas.



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7- Fernando Haddad -
Na página 93 de seu programa de governo, o candidato do PT que foi prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, afirma: “Fomentar a inclusão no currículo municipal das temáticas relativas a gênero, idade, raça e etnia, religião, orientação sexual, necessidades especiais, entre outras”.

Há uma diferença gigantesca entre educar e doutrinar! Haddad tem de ser confrontado com suas verdades. Enquanto estava no MEC, autorizou a produção de um material que estimulava crianças de 11 anos a assistir filmes impróprios para a sua idade e a debater o “desconforto com o órgão genital”.

Se o candidato do PT não fosse protegido de sua própria obra por amplos setores da imprensa paulistana, seria confrontado com o trabalho que efetivamente realizou. Em entrevista à Folha e ao Estado, seu adversário, o tucano José Serra, INDAGADO A RESPEITO DO TEMA, afirmou o óbvio: o kit gay que Haddad queria enviar para as escolas era doutrinação, não combate à homofobia. E como reagiu o petista? Chamou a crítica do outro de “ataque pessoal”. E os jornalistas fizeram o quê? Rigorosamente o que têm feito até mesmo antes de a campanha começar: silenciar. Há até um editorial de jornal que decidiu dizer o que pode e o que não pode ser debatido em campanha. Kit gay, pelo visto, não pode! Qual é?
Nas poucas vezes em que se pronunciou a respeito, Haddad falta à verdade de forma clamorosa. Um dos filmes, como já vimos, defende que travestis usem o banheiro feminino nas escolas e que os professores os chamem por seu nome feminino. Outro sustenta que a bissexualidade é mais vantajosa do que a heterossexualidade. Isso não é invenção de ninguém. Está nos filmes. Certa feita, o MEC afirmou que o kit gay seria enviado apenas para alunos de segundo grau — a partir dos 14 ou 15 anos. É mentira. É uma mentira escandalosa! OS KITS GAYS ERAM DIRIGIDOS A ALUNOS A PARTIR DOS 11 ANOS. E por que isso é importante? Ora, perguntem à página 93 do programa do petista.
O MEC havia preparado um caderno chamado “Escola Sem Homofobia”, que orientava como aplicar em sala de aula os tais kits gays. Havia lá três vídeos, um DVD e guias de orientação aos professores. O Globo publicou uma reportagem a respeito no dia 26 de maio do ano passado.
O material orienta as dinâmicas em sala de aula para tratar de assuntos como “homossexualidade e bissexualidade” e deixa claríssimo: “Essas dinâmicas podem ser aplicadas à comunidade escolar e, em especial, a alunas/os do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e do ensino médio”. Vale dizer: HADDAD PREPAROU AQUELE LIXO PARA SER OFERECIDO A CRIANÇAS A PARTIR DE 11 ANOS.
Reproduzo um trecho da reportagem do Globo:
“A destinação do kit contra a homofobia a alunos do ensino fundamental fica evidente no conteúdo do vídeo “Boneca na mochila”. Este é um dos filmetes do kit e traz na capa uma criança pequena com uma mochila. O vídeo conta uma história baseada em fato verídico: uma mãe é chamada às pressas na escola porque “flagraram” o filho com uma boneca na mochila. No caminho do colégio, num táxi, a mãe escuta essa notícia no rádio e fica ainda mais aflita.
O guia de discussão que acompanha o vídeo sugere dinâmicas para os professores trabalharem com os alunos e discutirem esse conteúdo. Um dos capítulos propõe mostrar os “mitos e estereótipos” mais comuns que envolvem gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, a partir das seguintes afirmações, que devem ser completadas pelos alunos: “Meninos que brincam de boneca e de casinha são…”; “Mulheres que dirigem caminhão são…”; “A pior coisa num gay é…”; “Garotas que partem para a briga são…”.
Ao propor debate sobre sexualidade, a cartilha recomenda questionar ao aluno: “Ser um menino mais sensível e uma menina mais durona significa que são ou serão gay e lésbica?” No material do kit em poder do MEC, há seis Boletins Escola sem Homofobia (Boleshs), destinados aos estudantes, com brincadeiras, jogos, letras de música e dicas de filmes. Todos com o tema diversidade sexual e homofobia. Uma das letras de música incluídas foi a canção “A namorada”, de Carlinhos Brown, cujo refrão diz “a namorada tem namorada”.”
Então?
Esse tal pênis…
Você achou um pouco exagerado para alunos de 11 anos? Calma que isso é rigorosamente o de menos. No material há coisas como um caça-palavras. O menino e a menina de 11 anos são estimulados a procurar o termo que define, atenção!, “pessoa que sente desconforto com o seu órgão genital”. Ele tem de achar a palavra “transexual”. Apelando à história (é uma gente profunda!), propõe-se “nome da ilha que deu origem à palavra ‘lésbica’”. É “Lesbos”, como sabe o leitor. A estupidez é de tal sorte que, nesse mesmo exercício, há esta proposição dificílima: “órgão sexual que é associado ao ser homem”. Estão a falar do tal “pênis”.
Atenção! O “pênis”, contrariamente à sabedoria convencional, não mais será tratado como um dos traços distintivos do macho. Nada disso! É coisa reacionária! Isso poderia ofender a “pessoa que sente desconforto com seu órgão genital”, entenderam? Afinal, um dos filminhos conta a história justamente do rapaz que se sente mulher. Logo, ter o pênis não quer dizer ser “homem”. De igual sorte, uma menina pode se sentir homem sem ter um pênis. O pênis virou só um penduricalho…
DIGAM-ME: ESSE É OU NÃO UM MATERIAL ADEQUADO PARA SER USADO COM CRIANÇAS DE 11 ANOS??? ACREDITEM!  
Não sei se fico tentado a pedir cadeia ou hospício para Fernando Haddad.
Os estudantes, a partir dos 11 anos, também são estimulados a procurar nas locadoras filmes como “Brokeback Mountain”, “A gaiola das loucas”, “Milk” e “Desejo proibido 2”. Um deles, “Milk”, é bastante violento, não recomendado para menores de 16 anos.
Reproduzo outro trecho da reportagem do Globo. Volto para encerrar.
“No guia do vídeo “Torpedo”, com a perseguição de alunos a duas estudantes que mantêm uma relação, as ONGs responsáveis pelo material sugerem que, após exibição, seja perguntado aos alunos: “É diferente a reação das pessoas quando vêem duas garotas de mãos dadas e dois garotos de mãos dadas?”; “Um professor, ou uma professora, teria menos credibilidade se fosse homossexual, travesti, transexual ou bissexual? Por quê?”
A professora Lilian do Valle, professora de Filosofia da Educação da Uerj, alerta: “Quanto mais baixa a idade, mais delicada a situação. É uma idade muito sensível para questões afetivas e psiquícas. Uma palavra mal colocada pode resultar num dano maior do que simplesmente não falar nada. Tem que envolver um trabalho maior, interdisciplinar. Não é simplesmente aprovar uma lei e jogar o kit. É pedir demais do professor esse tipo de responsabilidade. Não se pode esperar que a escola resolva os problemas da sociedade.”
Voltei
Haddad quer esconder a própria obra. E conta com a ajuda de amplos setores da imprensa paulistana. Se alguém coloca em seu programa de governo que pretende, se eleito, “fomentar a inclusão no currículo municipal das temáticas relativas a gênero, idade, raça e etnia, religião, orientação sexual, necessidades especiais, entre outras”, então tem de se pronunciar sobre o material que estava pronto para ser distribuído nas escolas. Aliás, consta que algumas serviram de piloto e chegaram a receber os kits.
Respondam:
– Criticar o que vê acima é obscurantismo?
– Uma criança de 11 anos deve ser estimulada a debater o “desconforto” com o órgão genital?
– Uma criança de 11 anos deve ser estimulada a debater se o pênis é ou não uma distinção do “ser homem”?
– Uma criança de 11 anos deve ser estimulada a buscar nas locadoras filmes não recomendados para a sua idade?
Isso é ataque pessoal? Haddad quer ser presidente, certo? E promete, se eleito, fazer o que vai na página 93 do seu programa. Ora, ele tem biografia nessa área. Obscurantista é ignorar o óbvio. Reacionário é negar o fato por causa de alinhamento ideológico. Estúpido é querer omitir o fato dos eleitores!!


Acorde!
O Brasil não pode deixar que o PT assuma o poder novamente!!

quer confirmar essas informações? basta pesquisar cada um desses projetos no google ou yahoo para ver todos os detalhes!!

Veja também https://pleno.news/opiniao/renato-vargens/13-razoes-porque-nao-vou-votar-no-pt.html

Alex Rudson